Pergunta: O que fazem seis ministros à espera de serem demitidos?
Resposta: Meia-dúzia!...
Pergunta: E o que fazem os outros?
Resposta: Esperam pela sua vez!...
Outra das sábias afirmações de Gabriel Alves!
"As taças ganham-se com golos marcados"(!!!!!!!!!!!!!!!!!!)!
Nem quis acreditar mas após uma longa pesquisa vim a descobrir que tal coisa é mesmo verdade...
Este homem é uma verdadeira enciclopédia futebolística...
(para os que tenham lido este post anteriormente e tenham reparado que eu tinha baptizado o Gabriel Alves como o Rei do Futebol, saibam que fui obrigado a mudar, após um fax que recebi do Major Valentim Loureiro, afirmando: "O Rei do Futebol sou eu!...")
Na sua crónica de hoje, no "Público", Eduardo Prado Coelho resolveu, uma vez mais, "arrasar" (esta é uma palavra muito usada naquele diário) A. Guterres que, como sabemos, foi erigido, há alguns anos, pelos jornalistas, comentadores políticos, membros do actual governo e mesmo por dirigentes socialistas e membros do seu governo)... em "bombo da festa".
A figura "bombo da festa" é uma coisa do agrado dos portugueses, direi mesmo que os portugueses não podem viver sem ele. É assim uma espécie de "bode expiatório". Ficamos todos muito contentes quando encontramos alguém a quem podemos endossar as nossas (ir)responsabilidades colectivas, e, inclusivamente, expiar as nossas culpas.
Assim, se há um problema, dizemos: a culpa foi do Guterres... Quem mais tem insistido na frase é, como sabemos, a dulpa Durão/Portas.
E.Prado Coelho alinha na estratégia. No final do texto, aponta aqueles erros da governação guterrista que todos os portugueses estão fartos de saber: o queijo limiano, a taxa da alcoolemia, a RTP, etc. E, como ele próprio assinala, são todos da "segunda fase da governação do PS".
Ora, alguém é capaz de me explicar por que motivo há dois Guterres - o da primeira fase (primeiro governo) - bom governante; e o da segunda fase (segundo governo) -mau (ou péssimo, sei lá...) governante?
Hoje, quinta-feira, é dia da leitura da "Visão".
O texto de Fernando Dacosta é excelente. A crónica de Manuel António Pina é muito pertinente. A entrevista a Peter Woicke (director-geral do Banco Mundial e vice-presidente da Sociedade Financeira Internacional) é muito esclarecedora quanto ao modo como funciona o capitalismo global. Já o texto sobre o caso "Casa Pia" é fraco, por não acrescentar novidades, principalmente depois das revelações sobre o assunto, publicadas no blogue "muito mentiroso".
Existem outros textos também interessantes. Vale a pena a sua leitura.
Foi ontem com grande desapontamento que vi o Benfica perder com a Lazio, estando tanta gente convencida que ia ganhar 2-0. Muita gente ficou, no entanto, agradada com a exibição da equipa, apesar de haver aquelas pessoas que começam já a criticar o treinador. Pois bem, quanto a essas pessoas parece que não se aperceberam que não se pode exigir o impossível dos jogadores benfiquistas. O golo só podia ser marcado pelo lado esquerdo da defesa benfiquista, que desde o início da pré-época foi reconhecido por toda a gente que é o grande problema do plantel. Mas a maior diferença entre o Benfica e - por exemplo - o Porto é que o Mourinho quando olha para o banco e pensa em substituir alguém só vê jogadores com relevante qualidade (Marco Ferreira, Alenichev, etc.) enquanto no banco do Benfica encontram o Alex, Cristiano, Andersson e, pelos vistos o melhor, João Pereira...
O Camacho fez aquilo que lhe competia, os jogadores não podiam dar mais que aquilo, e ainda conseguiram arrancar uma exibição razoavelmente boa... só que há pessoas que não percebem que jogadores como os do Benfica apesar de serem bons não conseguem marcar a uma equipa com 7 jogadores a defender em cima da linha da grande área...
No passado dia 23 de Agosto tive a oportunidade de assistir a um magnífico concerto de orgão pelo reputado organista, pianista e compositor inglês Martin Stacey cujo reportório se baseou em compositores barrocos espanhóis como Sebastian Aguilera de Heredia ou Juan Cabanilles.
Esta iniciativa, da Câmara Municipal de Lisboa e das respectivas igrejas, consiste na realização de um concerto semanal de orgão, que vai alternando entre a Basílica dos Mártires – no Chiado - e a Igreja de São Vicente de Fora.
Os próximos concertos serão nos dias 13 e 27 de Setembro na Basílica dos Mártires (às 18:30, com a duração de 30 minutos) , sendo os solistas Ana Paula Mendes e António Manuel Esteireiro e dias 6 e 20 de Setembro na Igreja de São Vicente de Fora(às 17:00, com a duração de 90 minutos). Não perca! Para mais informações telefone para o número 213462465.
Estive a ver hoje na Sporttv o jogo Newcastle x Man. Utd. e cheguei a uma conclusão sobre o melhor locutor desportivo: o melhor locutor é aquele que fica calado! É verdade. Não tenho nada contra o que narrou este jogo (e que narra todos os jogos da liga inglesa no canal), pois é até dos melhores que eu tenho visto. Mas houve um momento (10 minutos) em que não se ouvia nada de comentários, como se o microfone deste não funcionasse. Ouvia-se apenas os ruídos do campo e os cânticos dos adeptos. Foi o melhor jogo que já "ouvi" até agora. Deviam fazer mais disto...
Bons 15 minutos de cada um dos portugueses que jogaram.
os pássaros sem penugem e um sol negro dentro de uma taça
as palavras cavaram abismos no teu rosto
todas as palavras mesmo as que já não têm salvação
A morte de Sérgio Vieira de Melo levou-me à releitura da poesia de Thiago de Mello, um dos grandes poetas do Brasil.
Transcrevo um excerto do poema "É preciso fazer alguma", escrito em Setembro de 1974.
"Escrevo esta canção porque é preciso.
Se não a escrevo, falho com o pacto
que tenho abertamente com a vida.
É preciso ajudar o homem.
Agora.
Ajudar, eu insisto, agora mesmo.
Cada vez mais sozinho e mais feroz,
o homem está perdido em seu caminho.
É preciso fazer alguma coisa
para ajudá-lo.
Ainda é tempo, é tempo.
Apesar do próprio homem, ainda é tempo.
Apesar dessa crostra que cultivais
com amianto e medo - ainda é tempo.
Apesar da reserva delicada
das perfeitas e cegas toneladas
de TNT pairando sobre o centro
de cada coração - ainda é tempo.
No Brasil, em Angola, na Alemanha,
na ladeira mais triste da Bolívia,
na poeira que embaça a tua sombra,
na janela fechada, no mar alto.
No Próximo Oriente e no Distante,
na nova madrugada lusitana
e na avenida mais iluminada
de New York. No Cuzco desolado
e nas centrais atómicas atónitas,
em teu quarto e nas naves espaciais
- é preciso ajudá-lo.
(...)
Dentro do riso torto que disfarça
a amargura da tua indiferença,
na mágica electrónica dourada,
no milagre que acende os altos-fornos,
no desamor das mãos, das tuas mãos,
no engano diário, pão de cada noite,
o homem agora está, o homem autómato,
servo soturno do seu próprio mundo,
como um menino cego, só e ferido,
dentro da multidão.
Ainda é tempo.
Sei porque canto: se raspas o fundo
do poço antigo de sua esperança,
acharás restos de água que apodrece.
É preciso fazer alguma coisa
para livrá-lo dessa sedução voraz
da engrenagem organizada e fria
que nos devora, a todos, a ternura,
a alegria de dar e receber,
o gosto de ser gente e de viver.
É preciso ajudar.
Porém primeiro,
para poder fazer o necessário,
é preciso ajudar-me, agora mesmo,
a ser capaz de amor - de ser um homem.
Eu que também me sei ferido e só,
mas que conheço este animal sonoro
que profundo e feroz reina em meu peito.
Thiago de Melo, in "Canto do Amor Armado"
Um homem bom! Uma vida ao serviço de um mundo melhor!
E como o mundo precisa de pessoas assim!
Primeiramente foi a notícia da transferência de Santana Lopes para a SIC.
Logo a seguir, foi a vergonhosa entrevista conduzida por um senhor que dá pelo nome de Pedro Coelho, da mesma televisão.
As palavras de Eduardo Cintra Torres no "Público" são claras:
"A relação de Santana com a imprensa, inscrevendo-se num género com virtualidades na actual sociedade mediatizada, está a tornar-se doentia, provavelmente em resultado do seu recorte psicológico e da sua ambição. Esta coisa de não haver dia útil ou fim-de-semana em que ele não plante notícias na TV ou na imprensa - seja ela imprensa do coração ou imprensa da razão - já ultrapassa os limites do razoável e, quem sabe, pode ser-lhe contraproducente.
Exemplo flagrante foi a longa entrevista que fez ao autarca lisboeta - a poucos dias da transferência para a SIC, sabe-se lá porquê - o jornalista Pedro Coelho, da SIC.
Essa entrevista é das mais revoltantes que tenho visto na TV portuguesa nos últimos anos. Trata-se da mais pura propaganda da personagem entrevistada, seja pelo género televisivo escolhido, seja pelas perguntas e pela atitude do jornalista. Pedro Coelho teve aqui o pior momento da sua carreira, que espero que não se repita, ou terei que lhe pedir que me devolva o Olho Vivo 2002 que lhe atribuí em Janeiro. Este foi um verdadeiro apagão do jornalismo.
Santana Lopes foi entrevistado em pé, em género passeio. Uma de duas câmaras ia circulando em volta do político como se ele fosse vencedor da Volta ou artista de cinema. Eu nunca tinha visto este género de realização (?) numa entrevista política, que exige distância ideológica e neutralidade visual. A entrevista começou na residência do edil em Monsanto (para ele dizer que dela pouco usufrui, naturalmente). Passou depois às metáforas visuais: o Parque Eduardo VII, no seu género de arquitectura "jardim de Estado"; depois, no Marquês de Pombal, a quem o jornalista convidou Santana a comparar-se, ao que este, agradado pela pergunta mas com a sua habitual modéstia, evitou responder por palavras (só depois do próximo terramoto, pareceu dizer o seu gesto vago); depois, à porta da Câmara, onde ele exerce actualmente; o percurso terminou (adivinhem) no local que simboliza o poder máximo na Pátria, o Terreiro do Paço, onde está a estátua equestre do chefe de Estado D. José. Mas claro, a modéstia impede o autarca de dizer se ambiciona Belém. Também não era preciso dizer: a cenografia da entrevista respondia cabalmente."
Estive a ver ontem o jogo Sporting x Académica e fiquei profundamente irritado com os dois comentadores. Na verdade foi uma irritação misturada com o espanto pois ouvi lá umas coisas um bocado para o estranho...
Desde o início do jogo que o Manuel Fernandes se pôs a dizer que o futebol é um jogo de contacto e o árbitro não deve marcar falta por tudo e por nada (pensava que havia uma diferença entre contacto e faltas, como aquelas que haviam ser assinaladas).. desde aí fiquei um bocado desconfiado de que afinal tinha-me enganado no canal e estava a ver um jogo de rugby...
Depois o Manuel Fernandes ainda afirma que o árbitro não deve mostrar cartão amarelo sem necessidade após o mesmo ter mostrado ao Rochemback do sporting após em 30 minutos ter feito umas 3 ou 4 entradas duríssimas (irra! e eu pensava que o Petit dava cacetada!). Após o sucedido fiquei com a certeza de que aquilo era um jogo de rugby e não o jogo inaugural da Superliga (raio de nome também...). "Eu sabia que aquilo não era a académica mas sim a equipa da Nova Zelândia!" exclamei para mim mesmo pois tinha-os confundido não só pelo elevado número de negros (e grandes!) e pelos equipamentos praticamente iguais.
Mas de qualquer maneira podia ser um jogo de futebol com tanta canelada? - acho que nem os jogos de rugby têm tanta...
Veio o intervalo e obti finalmente a confirmação de que aquilo era um jogo de futebol...
Da segunda parte não tive pachorra para ver o resto (só quando a académica marcou o golo e até ao momento em que o sporting empatou :( ) mas do pouco que vi ainda vi outra das afirmações sábias de Manuel Fernandes: "O segundo cartão amarelo tem que ser uma falta muito grave" - após o tal Rochemback ter feito outra falta (e pouco bonita). E eu a pensar que os cartões amarelos eram todos iguais! Para isso se dizia que um cartão vermelho podia ser uma ACUMULAÇÃO de amarelos! Após tanta sapiência não aguentei e tive mesmo que fugir da frente do televisor.
O locutor da Sporttv a única coisa que dizia eram elogios aos jogadores da académica "Este jogador é bom!" - fazia-me lembrar de quando se viu a equipa dos Leixões na época em que deu surpresa na taça de portugal - e de vez em quando com outras afirmações um bocado embaraçosas "Rochemback agora vai ter que fazer um esforço maior que o dos companheiros pois vai ter que correr dum lado ao outro do campo (quando acaba de marcar um canto da esquerda e vai marcar um da direita). Ora obrigado monsieur La Palisse! Se o locutor não tem nada que dizer então diga informações sobre o jogador como faziam os da Primeira Liga Inglesa na RTP2! Não que saber se o jogador faz mais esforço a correr dum lado para o outro do campo não seja importante...
De qualquer maneira, do que vi do jogo - do tempo útil - pareceu-me ser um jogo muito bem disputado e cheira-me que a Académica tem condições para fazer um óptimo campeonato. Tem um óptimo ataque - Dário, Delmer, Dionattan, Alvim... - e quanto à defesa... isso lá sabe o Artur Jorge. Apesar de o sporting ao ter perdido o Cristiano Ronaldo (que já brilhou no Manchester) e o Quaresma (convém que o seu brilho volte no Barça como já o mostrou no 1º jogo) ter ficado com uma equipa um tanto para o fraco no ataque.. o Silva pouco faz senão criar perigo em lances de bola parada e o Lourenço apesar de ser um óptimo e jovem Avançado não tem muita experiência e devia ser como o Sokota da época passada no Benfica (entrar quando a equipa estivesse a perder). Ora aqui vai uma dica para o Fernando Santos: meta o Hugo a ponta-de-lança que pelo que se viu no jogo com o Manchester sabe marcar golos de belo efeito!
E finalmente que dispensaram o Roger.. agora vejam lá se o vendem a um preço decente pa ver se arranjam $ para o lateral esquerdo...
De facto, os amigos são para as ocasiões!...Vem isto a propósito do editorial de José Manuel F. dirigido ao José Manuel D. B., no "Público" de hoje.
Diz JMF: "Agora que ele próprio anuncia tempos menos duros, cabe provar que pode chamar à sua equipa não apenas 'bulldogs', mas políticos capazes de fazerem sonhar, políticos com projectos que ultrapassem a obsessão (até agora necessária) do rigor, dos cortes e dos sacrifícios.
A remodelação não será amanhã - mas é tempo de começar a pensar nela."
Eis J.M.F. no seu melhor (um "representante" do 4º poder - conselheiro do Governo!...).
Não diga mais tarde o sr. primeiro ministro que não foi avisado... Quanto aos "políticos capazes de fazerem sonhar" e "com projectos"... bem... não sei onde é que D.B. os poderá encontrar. Guilherme Silva? Telmo Correia? Rui Rio?Maria Elisa? Pires de Lima? Alberto João Jardim?
De férias, levantei-me tarde e já não encontrei o "Público".
Em alternativa, comprei o "Diário de Notícias". Valeu a pena pelas respostas de Jorge Silva Melo a um questionário, e pelo texto de Manuel Neto sobre a abundância de uns e a crise de outros. Há, de facto, dois países em Portugal, que se distanciam cada vez mais!...
E, como não sentir uma indignação profunda ao comparar os rostos (sorridentes, arrogantemente felizes!...) da pág. 4 com os das pessoas vítimas dos incêndios?
Depois de Nelson de Matos, director editorial da D. Quixote, ter divulgado o teor da carta que o actual Presidente da Câmara de Lisboa escreveu a Machado de Assis, conhecido escritor brasileiro, falecido em 1908 (!), fonte fidedigna deu-nos a conhecer os conteúdos de outras missivas já preparadas para enviar a alguns escritores portugueses.
Ex.mo Sr.
Fernando Pessoa
Venho, por este meio, informá-lo de que me tenho empenhado em alindar a sua casa em Campo de Ourique. Nomeei para o efeito a Clara Ferreira Alves que é pessoa de confiança. Espero que o meu Amigo possa lá passar os últimos dias da sua vida. Nessa altura, far-lhe-ei uma visita e terei todo o gosto em posar consigo, junto da sua célebre cómoda, para a Imprensa e televisão.
Aproveito a oportunidade para comunicar-lhe que sou candidato à Presidência da República.
Com os meus cumprimentos.
(assinatura)
Ex.mo Sr.
Cesário Verde
Sei que o senhor trabalha e vive em Lisboa e sobre esta cidade tem escrito muitos romances e telenovelas. Uma das minhas assessoras mais dadas a essas coisas (ela adora os livros da Margarida Rebelo Pinto, por exemplo) disse-me que o senhor é crítico da cidade. Saiba, porém, que as culpas são do meu antecessor, o filho do Mário Soares.
Mas eu vou alterar toda esta situação herdada dos socialistas. Vou fazer da Praça do Comércio uma nova praça de S. Marcos; do Parque de Monsanto um Hyde Park, e do Intendente uma Rambla como a de Barcelona; para não falar do Parque Mayer, a menina, melhor dizendo, uma das meninas dos meus olhos.
Lisboa ficará irreconhecível. Até já estou a pensar fixar residência num bairro histórico e passar férias em Monsanto.
Nessa altura o meu amigo vai sentir orgulho em viver na cidade e, talvez, quem sabe? será um dos meus apoiantes. Desde já prometo que, após a sua morte, darei o seu nome a uma das ruas da cidade.
Aproveito a oportunidade para comunicar-lhe que sou candidato à Presidência da República!
Com os meus cumprimentos.
(assinatura)
Ex.mo Sr.
Bocage
Tenho passado pelo café/restaurante "Nicola", de que o meu Amigo é proprietário, mas não o tenho visto por lá.
Uma das minhas assessoras disse-me que é um poeta de reconhecido valor, mas eu de poesia não quero saber. Ela diz isso, mas nunca o leu. Quanto a mim, folgo muito saber que é conhecido pelas suas anedotas.
Ainda há, dias contaram-me aquele episódio em que, brilhantemente respondeu ao polícia que o abordou em pleno Rossio: "Sou Bocage, venho do Nicola e vou para o outro mundo, se disparas a pistola."
Pois eu, se fosse interpelado, responderia: Sou o Santana, venho da Câmara de Lisboa e vou para a Presidência da República se Nossa Senhora de Fátima fizer um milagre...
Terei muito gosto em encontrar-me pessoalmente consigo, até porque me dizem que temos duas coisas em comum: as anedotas e a vida nocturna. E quem sabe se não terei o seu apoio para a esta caminhada até Belém?...
Com os meus cumprimentos.
(assinatura)
Acabei de ver talvez a pergunta mais idiota e desnecessária da minha vida, feita por uma jornalista da rtp1 a um habitante de uma aldeia atingida por um incêndio. Depois das míticas: "O que é que sente?" e "Está triste?", a jornalista decidiu inovar: "Este é o dia mais triste da sua vida?"
...