No "Público" de hoje, A. Santos Silva escreve sobre sindicalismo.
Eu também acho que a mobilidade e a flexibilidade podem ser traços positivos no futuro e poderão representar um passo em frente na evolução da sociedade. O problema é, de facto, "adequar os instrumentos de protecção e seguro social à intensificação da mobilidade, como aprofundar as normas de regulação institucional da relação de trabalho (os conteúdos funcionais, os horários, as remunerações, etc)...."
Num mundo em constante mudança, os políticos e os sindicalistas deviam, de facto, pensar também no futuro e nas novas perspectivas que se abrem, sem descurar,obviamente, a defesa dos direitos já conquistados.
Mas isso caro Paulo, no actual contexto político
em que o poder está de costas voltadas para as
organizações representativas dos trabalhadores não há a mínima hipótese de diálogo e por conseguinte a concertação de quaisquer melhorias
nos campos que referiu, embora sejam desejáveis.