Manuel Frexes vem, hoje, nas páginas do Público, defender Pedro Santana Lopes dos ataques dos "trapezistas, malabaristas e cospe-fogo..." O homem julga que está no circo. Se está no circo deve ser o palhaço ou o domador de tigres...Para ele o mundo é um circo. E Santana, seu ídolo, deverá ser o rei do circo.
O nosso Frexes deve ser, de facto, o palhaço do circo. De outro modo, como entender a frase: "Entre os muitos méritos da sua corajosa e nobre disponibilidade de se candidatar à Presidência da República..."? Repararam bem na "sua corajosa e nobre disponibilidade..."? Atitude tão corajosa... tão nobre...
Poderá lá um Cavaco impedir tal disponibilidade tão corajosa e tão nobre? E a Pátria poderá prescindir de uma missão de tão altíssimo serviço patriótico? Tão corajosa e tão nobre?É caso para citar Camões: "Ditosa Pátria que tais filhos tem..." (Espero que Camões me perdoe esta ousadia, mas talvez ele aceite esta minha brincadeira em dia de Carnaval).
O que vale é que isto pode ser tida como uma brincadeira de carnaval, de resto a altura foi bem escolhida e serve para disfarsar.
Afixado por: congeminações em fevereiro 25, 2004 08:38 PM