Há partidos que se apresentam imaculados, puros, incorruptos e incorruptíveis. São os casos, por exemplo do PT no Brasil e do Bloco de Esquerda em Portugal. É como se todos os seus militantes ou colaboradores fossem anjos, seres sobrenaturais que nunca erram, não têm ambições desmedidas, são honestos e altruistas. Quando surge um problema de corrupção... aqui del rei! - gritam desesperados. Foi o que aconteceu no Brasil, segundo noticiam os jornais: um subsecretário do governo acusado de suborno.
Ora, como o tempo e a história nos têm ensinado, os grande ideais e utopias esbarram sempre na fragilidade da natureza humana. Onde há homens, há desonestidade, há mentira, há corrupção. Nenhum partido pode pretender estar acima da maldade humana. A solução é criar mecanismos de controlo e fiscalização (na sociedade e no interior dos partidos) para que sejam punidos aqueles que atentarem contra os valores colectivos, não permitindo comportamentos incorrectos, pois o poder político ou qualquer outro é sempre um engodo para a corrupção.
De acordo com a opinião, todavia julgo que também é errado condenar-se um partido seja ele qual fôr, só porque um seu militante detentor de um cargo publico, foi desonesto ou corrupto, no
exercício da sua função. Os partidos não têm que
ser responsabilizados pelos actos ilícitos dos
seus militantes quando cometidos.
DEve ser igual a percentagem em todos eles.
Afixado por: Rui em fevereiro 18, 2004 02:09 AM