Ignacio Ramonet escreve no Le Monde Diplomatique:
“Os jornalistas e os média consideraram muitas vezes que era um dever da máxima importância denunciarem as violações dos direitos. (...) Foi por isso que durante muito tempo se falou do “quarto poder”. Este “quarto poder” era afinal graças ao sentido cívico dos media e à coragem de jornalistas audaciosos, aquele de que os cidadãos dispunham para criticar, rejeitar ou contrapor democraticamente decisões ilegais que podiam ser iníquas, injustas e até criminosas contra pessoas inocentes. (...)
Mas desde há uns quinze anos, conforme se foi acelerando a globalização liberal, o sentido deste “quarto poder” acabou por se esvaziar, perdendo pouco a pouco a sua função de contrapoder.”
Em total desacordo com Ramonet. Aqui em Portugal
além de continuar a ser o 4º. poder, consegue
influenciar perigosamente pela sua manipulação, a
confusão nas ideias daqueles que não têm ou se
as tiverem alterá-las.