Para quem não teve oportunidade de ver este documentário que mostra, de uma forma inteligente e mordaz, a obsessão dos norte-americanos pela posse de armas, uma paranóia pela segurança que, ironicamente, acaba por matar 11 000 pessoas por ano, o filme está, neste momento, no cinema Ávila, em Lisboa.
Michael Moore não se limita a filmar do exterior, ele interage com os seus alvos preferenciais, massacrando-os com perguntas que reflectem a sua própria frustração pelo estado das coisas.
E nós, os espectadores somos massacrados com a crueza da realidade demente que se vive em muitos bairros "respeitáveis" norte-americanos.
o retrato que mr. Moore faz do seu país não surpreende. Leia-se palavras do seu próprio presidente acerca da sua eleição, em conversa com o primeiro-ministro sueco Goran Persson:
"é espantoso ter ganho. candidatei-me contra a paz, a prosperidade e o espírito de missão".
está tudo dito
A melhor parte do filme é quando ele já acabou, se relembra todos os que falaram e se repara que tem teve a intervenção mais lúcida e inteligente foi o...Marilyn Manson.
Afixado por: gato preto em setembro 20, 2003 01:49 AM